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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Pornografia invade Festival de Sundance

Matéria reproduzida do Diário do Nordeste


Filme experimental, documentário e longa sobre o mítico "Garganta profunda" foram exibidos

James Franco não quer falar de sexo. Ele quer mostrá-lo explicitamente. E, de preferência, com muito couro. O ator, diretor e poeta de 34 anos está no Sundance Film Festival (que vai até domingo, em Park City, Utah, nos EUA) com três filmes que abordam pornografia, dois deles sobre fetiche e cultura gay.



James Franco interpreta o hedonista criador da Playboy, Hugh Hefner. Ator ainda divulgou longa sobre submundo gay e documentário sobre produtora pornô

"Acho bonito e atrativo", afirma Franco sobre as cenas de sexo explícito num clube gay em "Interior. Leather Bar", um filme com pegada de documentário que ele dirige em parceria com Travis Mathews, um diretor de "pornô-arte gay".

Parceiros da Noite

Em "Interior. Leather Bar", Franco e Mathews tentam recriar os 40 minutos cortados de "Parceiros da Noite" (1980), sobre um policial vivido por Al Pacino que se infiltra nos clubes gays de fetichismo para pegar um assassino.

Na época, o diretor William Friedkin ("O Exorcista", "Operação França") foi obrigado a cortar as cenas por serem fortes demais e negativas à comunidade gay.

Franco chamou um amigo de infância, Val Lauren, para viver o personagem de Al Pacino, enquanto atores amadores se preparam para as filmagens (há sexo oral e lambeção de botas). Uma câmera segue Lauren a todo momento, que teve muitas dúvidas sobre o projeto, mas confiou na "missão" de Franco.

O resultado oscila entre experimental e pseudointelectual, com muitas discussões sobre sexualidade. "Queria revisitar ´Parceiros da Noite´ e ver como as coisas mudaram, ou não. Val está numa jornada como o personagem de Al Pacino, descobrindo um mundo novo", diz Franco.

Fetiche

Além de "Interior. Leather Bar", o ator aparece nos créditos como produtor-executivo do documentário "Kink".

O filme é sobre a maior produtora do mundo de vídeos on-line de BDSM (sigla para bondage, disciplina, dominação, submissão, sadismo e masoquismo), num galpão em San Francisco, com 100 funcionários. Há cenas de filmagens da produtora, com máquinas de sexo que parecem instrumentos de tortura, e entrevistas com diretores dos vídeos.

Atores e atrizes também dão depoimentos, quando não estão amarrados de ponta-cabeça ou sendo sufocados em banheiras.

"Playboy"

O terceiro projeto de Franco é um filme bem mais tradicional, "Lovelace", sobre os bastidores do pornô mais lucrativo da história, "Garganta Profunda" (1972).

Ele vive Hugh Hefner, fundador da"Playboy. O longa tem menos sexo e mais violência doméstica entre Linda Lovelace (Amanda Seyfried) e seu marido e produtor Chuck Taynor (Peter Sarsgaard).

Outro pornógrafo nas telas de Sundance é o inglês Paul Raymond (1925-2008), fundador do primeiro clube de striptease da Grã-Bretanha, nos anos 1950, e editor de revistas adultas.

O longa "The Look of Love" é protagonizado por Steve Coogan e tem direção de Michael Winterbottom, que centralizou a história nas três pessoas mais importantes da vida de Raymond: sua mulher, sua amante e sua filha.

FERNANDA EZABELLAFOLHAPRESS 

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Banqueira se divorcia por marido não querer praticar os cinquenta tons de cinza


Fonte: Gawker

Querendo apimentar a sua relação amorosa, uma banqueira britânica comprou uma calcinha sexy para motivar o maridão, mas parece não ter adiantado. Diante disto, resolveu apostar de outra forma: praticar com ele os cinquenta tons de cinza sadomasoquistas de E. L. James.

O questionamento do homem foi por ter descoberto o nome do livro e perguntado a ela: "foi tudo por você andar lendo aquele livro sangrento?".

A esposa então resolveu divorciar-se, alegando um comportamento desarrazoado do marido.

Quem disse que a literatura erótica tem ajudado os casais?


: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

Um ministro fazendo vídeo pornô?


O Sr. Aquinas Quansah, um ministro de Angola, está sendo apontado como o rapaz que está em um vídeo pornô selvagem em que o homem escraviza uma jovem, e recusando a tudo o que ela pede em troca.

Ao ser questionado sobre o vídeo, Quansah apenas disse por telefone que não viu o vídeo, mas não acredita que seja ele.

Em sua página do facebook, Aquinas Quansah curtiu a página da atriz Cynthia Harmon, cujo álbum de fotos está repleto de imagens sensuais da atriz.

Mas por que um político não pode ter suas fantasias sexuais?

Fonte da notícia: Ghana MMA


: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

Qual a sua fantasia?




: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

O sexo literário é melhor que o sexo real?


Para a romancista Jennifer St George, conforme o Sydney Morning Herald, o sexo literário é realmente muito melhor que o sexo real. Suas personagens parecem viver intensamente a vida sexual, transando na mesa do chefe, em elevadores ou na piscina, conta a escritora.

No fundo o que parece é que Jennifer não tem uma vida sexual como a de suas heroínas, e escreve suas fantasias, o que ela realmente gostaria de vivenciar, coloca no papel histórias que invadem sua mente e seu corpo, fetiches que a deixam excitada e, por fim, resolve fazer uma história sobre essas fantasias. Mas na verdade ela lamenta não viver esta realidade.

A literatura erótica é fundamental para entreter, informar e fazer sonhar o(a) leitor(a). Foi com esta literatura que muitas reivindicações feministas e homossexuais ganharam força. O poder desta forma literária é justamente o de libertar as pessoas da cultura conservadora. Mas jamais estará na condição de ser substituído pelo real prazer do sexo.

Ao que me parece, Jennifer St George não sabe escrever romances eróticos assim como não sabe fazer sexo.

No final do texto escrito no jornal australiano, a autora diz que geralmente gosta de escrever em um Café, mas que não poderia escrever cenas sexuais neste lugar, pois as pessoas a veriam ruborizada. Que escritor ou escritora teria vergonha de sua própria escrita erótica? Talvez a E.L. James, dos 50 tons de cinza, o sexo mais apático da literatura contemporânea, feito para senhoras do século XV.


: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com