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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Prêmio para os ruins de cama


Fonte: New Europe

Uma revista britânica, a Literary Review, anunciou os finalistas do seu Bad Sex Award, prêmio anual para a pior cena literária de sexo. Dos autores nomeados, Tom Wolfe é o mais notável. Ele publicou a sua quarta novela este ano, "Back to Blood", e ganhou o prêmio em 2004 com a novela anterior "I Am Charlotte Simmons".

Outros nomes indicados são: “The Quiddity of Will Self” de Sam Mills, “Rare Earth” de Paul Mason, “Noughties” de Ben Masters, “The Divine Comedy” de Craig Raine, “The Adventuress” de Nicolas Coleridge,  “The Yips” de Nicola Barker e “Infrared” de Nancy Huston.

A premiação é realizada desde 1993. Nomes como AA Gill, Melvyn Bragg, David Guterson e Norman Mailer já foram felizardos com o trófeu, que é representado por uma mulher nua sobre um livro aberto.

Para surpresa, ficarão de fora da lista para o prêmio J. K. Rowling (The Casual Vacancy) e E. L. James (Fifty Shades Trilogy).


: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Banqueira se divorcia por marido não querer praticar os cinquenta tons de cinza


Fonte: Gawker

Querendo apimentar a sua relação amorosa, uma banqueira britânica comprou uma calcinha sexy para motivar o maridão, mas parece não ter adiantado. Diante disto, resolveu apostar de outra forma: praticar com ele os cinquenta tons de cinza sadomasoquistas de E. L. James.

O questionamento do homem foi por ter descoberto o nome do livro e perguntado a ela: "foi tudo por você andar lendo aquele livro sangrento?".

A esposa então resolveu divorciar-se, alegando um comportamento desarrazoado do marido.

Quem disse que a literatura erótica tem ajudado os casais?


: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

O sexo literário é melhor que o sexo real?


Para a romancista Jennifer St George, conforme o Sydney Morning Herald, o sexo literário é realmente muito melhor que o sexo real. Suas personagens parecem viver intensamente a vida sexual, transando na mesa do chefe, em elevadores ou na piscina, conta a escritora.

No fundo o que parece é que Jennifer não tem uma vida sexual como a de suas heroínas, e escreve suas fantasias, o que ela realmente gostaria de vivenciar, coloca no papel histórias que invadem sua mente e seu corpo, fetiches que a deixam excitada e, por fim, resolve fazer uma história sobre essas fantasias. Mas na verdade ela lamenta não viver esta realidade.

A literatura erótica é fundamental para entreter, informar e fazer sonhar o(a) leitor(a). Foi com esta literatura que muitas reivindicações feministas e homossexuais ganharam força. O poder desta forma literária é justamente o de libertar as pessoas da cultura conservadora. Mas jamais estará na condição de ser substituído pelo real prazer do sexo.

Ao que me parece, Jennifer St George não sabe escrever romances eróticos assim como não sabe fazer sexo.

No final do texto escrito no jornal australiano, a autora diz que geralmente gosta de escrever em um Café, mas que não poderia escrever cenas sexuais neste lugar, pois as pessoas a veriam ruborizada. Que escritor ou escritora teria vergonha de sua própria escrita erótica? Talvez a E.L. James, dos 50 tons de cinza, o sexo mais apático da literatura contemporânea, feito para senhoras do século XV.


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