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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dia da Visibilidade Trans - #diadavisibilidadetrans




Amanhã, dia 29 de janeiro, será realizado em todo o país o Dia da Visibilidade Trans, uma campanha de ativistas travestis e transexuais que lutam pelo respeito e pelos seus direitos na sociedade.

Como o Obscenatório já noticiou, a homofobia ainda é um crime muito frequente no Brasil, que aumenta a cada ano.

Diversos eventos ocorrerão pela região brasileira. Veja alguns:

Em Sergipe, a Adhons (Associação de Defesa Homossexual de Sergipe) organizará uma mesa redonda, que discutirá a violência sofrida pelos transexuais. A associação entregou à Secretaria de Segurança Pública (SSP) um pedido para a criação de um Decreto GP de Segurança Pública como alternativa para combater a violência contra homossexuais.

No Piaui, um estado com um elevado índice de crime contra homossexuais, o Grupo Piauense de Transexuais e Travestis organizará um evento na Frei Serafim.

A SJCDH (Secretaria da Justiça, Cidadania e Direitos Humanos), através da Coordenação LGBT, promoverá a abertura do primeiro curso profissionalizante para travestis e transexuais, em Vitória (BA). Haverá ainda uma manifestação pacífica que busca a inserção do segmento LGBT no mercado de trabalho.

Em Brasília, o Ministro da Saúde, Dr. Alexandre Padilha, receberá 15 lideranças do movimento de travestis e transexuais, no prédio do Ministério da Saúde, comemorando a data. Haverá um show no Sebinho Café e Bistrô às 19:00 promovendo a ação.

O Programa Municipal DTS/AIDS e Hepatites Virais da Secretaria de Saúde Pública (Sesap) de Praia Grande, litoral de Sâo Paulo, promoverá várias ações nas unidades de Saúde da Família. Haverá distribuição de material informativo e preservativos.

No Terminal Rodoviário de Santo André (SP), a Prefeitura, em parceria com o EMTU(SP), promoverá um evento com exibição de documentários em vídeo conscientizando a população sobre a importância do respeito aos direitos humanos e à cidadania dos travestis e transexuais.

O Programa Rio Sem Homofobia fará nesta terça-feira, dia 29 de janeiro, a distribuição de materiais informativos sobre os direitos civis de travestis e transexuais em bares, locais de convivência deste segmento e pela internet, e ainda em delegacias, postos de saúde, escolas etc.

Entendendo a causa:

Em 2004, um grupo de ativistas transexuais participaram do lançamento da primeira campanha (Travesti e Respeito) contra a transfobia, no Congresso Nacional, uma parceria entre o Ministério da Saúde e o Movimento Brasileiro de Travestis. O evento ocorreu no dia 29, e de lá prá cá a data marcou a luta transexual pelo respeito, pela cidadania e pelos direitos.

Compartilhe esta informação para que possamos promover um mundo mais justo, livre de preconceito contra travestis e transexuais.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Universidade proíbe alunos do sexo masculino de se vestirem de "drag queen"


Matéria reproduzida de O Dia

Usar roupas femininas é tradição nas fraternidades da Bélgica; aluno que voltava para alojamento vestido de mulher é espancado e estuprado.

Bélgica - Alunos do sexo masculino do Instituto Superior de Ensino da Universidade de Bruxelas foram proibidos de se vestir com roupas de mulher. A prática, que era comum nos rituais de iniciação, foi proibida depois que um estudante foi espancado e estuprado por uma gangue na capital belga.

Estudantes de fraternidades belgas (espécie de repúblicas) têm uma longa tradição de rituais de iniciação para novos membros, alguns dos quais incluem vestir o calouro com roupas de drag queen.

No mês passado, um estudante voltava para a fraternidade, no início da noite, vestido de mulher, quando foi atacado por um grupo de jovens. O rapaz foi levado para um estacionamento e, depois, roubado e estuprado pela gangue.

Um segundo estupro envolvendo um estudante do sexo masculino também está sendo investigado pelas autoridades da Bélgica.

A universidade emitiu uma nota informando a proibição dos rituais de iniciação, com um aviso controverso de que "certos grupos percebem o aluno vestido como drag queen como algo provocativo".

Bruno De Lille, ministro regional para a igualdade de oportunidades, criticou os chefes da faculdade por obrigar os alunos a abandonar seus rituais. "Eu sinto que a HUB fazendo tudo errado ao agir dessa maneira", ressaltou o ministro.

"E o que dizer de homens transexuais e mulheres, então? Eles também terão que se 'adapatar'? Como sociedade, devemos deixar claro para as vítimas que eles têm nosso apoio e dizer aos autores que seu comportamento é inaceitável e que eles serão severamente punidos", disse o ministro belga. As informações são do Sun.


: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Roqueiros que mudaram de sexo



Gabel falou abertamente sobre o problema que enfrenta de identidade de gênero, que sofrer a vários anos. Ele pretende mudar de sexo e em seguida fazer uma breve terapia hormonal a fim de continuar a viver, a partir de então, como mulher. Seu nome será Laura Jane Grace e continuará casado com sua esposa Heather, com a qual tem uma filha de três anos. Segundo Gabel, sua mulher se mostrou muito compreensiva.

Não, eles não são roqueiros que assumiram a homossexualidade à frente de uma banda de rock, nem são personagens criados – como Boy George – para entreter se travestindo de mulher. São músicos muitas vezes categorizados como transgêneros, indivíduos que assumem outro papel social por se sentirem desconforto com o próprio sexo. Este desconforto é conhecido como “disforia de gênero”, que leva a insatisfação com ser homem ou mulher e faz com que muitos resolvam mudar de sexo. Isto há décadas acontece no mundo do rock e recentemente o assunto voltou à mídia com a declaração à revista Rolling Stone do músico da banda de punk rock Against Me!, Tom Gabel, de mudar de sexo.

Gabel falou abertamente sobre o problema que enfrenta de identidade de gênero, que sofrer a vários anos. Ele pretende mudar de sexo e em seguida fazer uma breve terapia hormonal a fim de continuar a viver, a partir de então, como mulher.

Seu nome será Laura Jane Grace e continuará casado com sua esposa Heather, com a qual tem uma filha de três anos. Segundo Gabel, sua mulher se mostrou muito compreensiva.

Outros músicos que viraram mulheres

Keith Caputo – O sujeito liderava uma banda de Heavy Metal mais próximo do grunge ou Nu Metal, Life of Agony. Caputo vivia mesmo uma vida de agonia até criar coragem e fazer a sua transição de gênero e assinar Keith Mina Caputo, em 2011. Mas segundo ele, manteve o pênis. Quem vai querer conferir?

Wayne County – Este cara é quase uma lenda. Foi motorista de caminhão, foi casado, foi travesti, ator, e teve uma banda chamada Queen Elizabeth, que praticava uma espécie de proto-punk. County foi o primeiro transexual cantor! Mudou de sexo e hoje ele assina Jayne County.

Neil Megson – Hoje se chama Genesis P Orridge. Fez parte de uma das bandas precursoras do rock industrial, Throbbing Gristle e mais tarde o Psychi TV, mas Neil já vinha produzindo desde o final da década de 1960. Pois é, em suas andanças, desde o final dos anos 1960, ele foi hippie, foi punk e foi homem!

David Palmer – Este pertenceu a uma banda realmente famosa, o Jethro Tull. Palmer mudou de sexo aos 66 anos, em 2004, passando a se chamar Dee. Foi tecladista da banda nos anos 1970 e diz que seu único arrependimento foi não ter feito a mudança de sexo quando estava no auge da carreira no Jethro Tull. Atualmente está em carreira solo.

Mark Free – Mark tocou na banda de Glam Metal/Hair Metal King Kobra. Foi uma banda que tentou de tudo para fazer sucesso na segunda metade dos anos 1980, mas nunca decolou. Era uma mistura de Poison com Twisted Sister – aquele visual cheio de maquiagem e cabelos enormes e volumosos. Portanto, parece que Mark Free gostou tanto de usar maquiagem que resolveu virar Marcie Free. Ele mudou de sexo em 1993.




: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com

É possível Deus errar?



O britânico Jack Green, ou melhor, a britânica Jackie Green, que antes era ele e agora é ela, disse que Deus errou. Foi o que ele, ops, ela disse à mãe, que ter nascido homem foi um erro de Deus.

Constatado com Transtorno de Identidade, aos 14 anos passou a tomar hormônios para evitar as alterações comuns ao sexo masculino. Quando ainda era Jack, aos 10 anos de idade, afirmou que se mataria se começasse a sofrer mudanças masculinas. Houve tentativas de suicídio, e foi ao completar 16 anos que os pais consentiram em permitir a cirurgia de mudança de sexo, evitando novas tentativas de que Jack se matasse. Jackie é um dos jovens mais novos a passar pelo procedimento cirúrgico.

Masculino e Feminino são invenções humanas e não divinas.



: postagem recuperada do antigo blog obscenatorio.wordpress.com